que o lápis azul fez das suas e tirou-me daqui o video, de maneiras que aí vai outra vez, apetece-me ouvir esta música
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09 maio 2010
04 fevereiro 2010
07 maio 2009
01 agosto 2008
17 julho 2008
wordcode
Numa reunião, a chefe faz o seguinte comunicado à equipa:
- A partir de hoje, nesta redacção não se diz mais prenda, vermelho, funeral, sanita. Quero que substituam esses horrorosos vocábulos por presente, encarnado, enterro e retrete.
Levanta-se um braço : 'posso fazer uma pergunta?'
- Pode.
- E fodasse, caralho, filhodaputa, sacana, merda e cabrão, pode-se dizer?
- Ai isso claro que pode!
- A partir de hoje, nesta redacção não se diz mais prenda, vermelho, funeral, sanita. Quero que substituam esses horrorosos vocábulos por presente, encarnado, enterro e retrete.
Levanta-se um braço : 'posso fazer uma pergunta?'
- Pode.
- E fodasse, caralho, filhodaputa, sacana, merda e cabrão, pode-se dizer?
- Ai isso claro que pode!
06 junho 2008
25 maio 2008
12 dezembro 2007
Asneiras precisam-se
Gosto de dizer asneiras, palavras consideradas como feias, ofensivas, carregadas de fel. Não as digo de forma boçal ou para ofender directamente a outra pessoas, mas saem-me como expressão de alivio, em geral de dores físicas ou morais, ou quando uma coisa me surpreende muito, ou assusta ou mesmo entusiasma; o dizer asneiras ajuda-me a que uma parte da tensão(raiva, dor, nervos) se me vá no vento que leva as palavras palavrões. E como vivi vários anos fora do meu país habituei-me aos seus efeitos relaxantes na minha pessoa e à liberdade de poder dizer os meus caralho, fodassss, caralho à vontade nos cenário mais inusitados, pois ninguém compreendia e não tinha tanta pressão social em cima.
Mas ultimamente ando com um problema de expressão, com uma dificuldade no linguajar asneirento. Por um lado, agora convivo mais com crianças e com elas mas principalmente com a minha filha, obrigo-me com esforço a controlar a minha língua de prata, para que ela depois não comece a repetir tudo e a dizer que a mãe dela diz por isso ela também pode. Além disso, é melhor que ela primeiro aprenda que há espaços onde não pode dizer asneiras, para que depois mais tarde possa construir os seus próprios espaços de asneirar.
E por outro lado, ando com imensa dificuldade em encontrar vernáculo que me agrade e que não esteja relacionada com mulheres directamente. Cabrão, puta, filho da puta, filho da mãe, malparido, maricas, coninhas, corno, filho de um corno, etc, são tudo palavrões que continuam a marcar uma série de estereótipos em relação à mulher, à fidelidade e ao recato que esta deveria ter e não tem por isso cai nos palavrões do povo. Antes dizia-os e sabiam-me bem, não pensava sequer que eram ofensivos e que insistiam em manter uma imagem de mulher já tão desajustada, mas tão difícil de mudar nas mentalidades colectivas e nas práticas individuais. Agora, já não me ajudam a descarregar a tensão, antes me sabem a amargo.
Por isso tenho de enriquecer o meu merdaculário, agradeço imenso se alguém tiver sugestões para poder continuar a disfrutar destes meus lexotans orais e naturais, que o caneco, o caraças e o carôço já m’andam a desarranjar o sistema nervoso, são soft demais, não sabem a asneira!
06 novembro 2007
Há poesia em todo o lugar
mesmo à porta do estofador filósofo que transformou um momento de negócio numa estranha aventura no seu mundo interior. A propósito do tempo que levaria a fazer o trabalho (três enormes semanas) explicou-me:
"Temos que saborear cada momento. Nem que seja fazer uma mija sentado na retrete todo arregalado."
08 outubro 2007
26 junho 2007
01 dezembro 2006
Arte em mim
Nunca tinha olhado para o meu ânus. Não sei se algum de vocês já olhou para o próprio, mas depois da experiência desta tarde é coisa que não aconselho, pois vivia muito bem na ignorância.
O caso é que ao reparar numas manchas de sangue não esperadas durante actividade na retrete, decidi virar-me para trás e abrir as bochechas do rabo. O que vi deixou-me traumatizada. Descobri que tenho pêlos, mas não são assim uns pelinhos ou uma penugem, são pêlos mesmo, pretos e compridos, para aí de 4 cm. Um horror. Percebi que de facto aquilo que nos separa dos chimpazés não pode ser muito mais que um gene ou dois.
O caso é que ao reparar numas manchas de sangue não esperadas durante actividade na retrete, decidi virar-me para trás e abrir as bochechas do rabo. O que vi deixou-me traumatizada. Descobri que tenho pêlos, mas não são assim uns pelinhos ou uma penugem, são pêlos mesmo, pretos e compridos, para aí de 4 cm. Um horror. Percebi que de facto aquilo que nos separa dos chimpazés não pode ser muito mais que um gene ou dois.
O que significa que para além de depilar as pernas, as virilhas, as axilas, o buço e as sobrancelhas agora terei também de me pôr de 4 e deixar que me espalhem cera quente no rêgo, seguido do horripilante puxão rápido para acabar com o triste espectáculo.
É que desde que me mandaram as fotografias da nova exposição de Serralves fiquei mais sensibilizada para a estética do fundo do rabo

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15 novembro 2006
Expressões finas
Ri-te, ri-te - quando descobrires que a vaselina tem areia até choras.
alguém tem para a troca?
alguém tem para a troca?
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