20 novembro 2007

É grave doutora?

Há uns dias atrás, a propósito de um post onde se falava dos diferentes tipos de orgasmos descobertos, houve um já tradicional comentador que exclama: "Fodilhona? È o que quer proclamar? E se sim, porquê o faz aqui?". Ora se definirmos fodilhona, ou fodilhão, como uma pessoa que fode muito ou que gosta muito de foder, temos aqui duas vertentes desta palavra para analisar: por um lado temos o factor quantidade, muitas vezes, e por outro, o factor gosto, o prazer que daí se retira.

Revendo outra vez o post e os seus comentários, em relação ao primeiro vector não encontro nenhuma possível indicação à peridiocidade ou frequência do acto sexual. Quanto ao segundo, faz-se referência ao prazer sentido com o corpo inteiro, incluindo, como é óbvio, a cabeça. O que poderia então levar a concluir que com quantas mais partes do corpo se sentir um climax sexual mais fodilhão/ona se é. Nesse caso haveria as pessoas fodilhinhas, fodilhãs ou fodilhonas.
Tendo em conta que isto não interessa nem ao menino jesus, pergunto-me, que raio ando eu a fazer com o meu tempo que gasto preciosas conexões neuronais, tão escassas ultimamente, a comentar o comentário do post?
Vou mas é continuar a minha colecção de sacos de plástico, combinei às 5 da tarde com a minha amiga...

2 comentários:

dizia ela baixinho disse...

é muito grave, menina oitoecoisa.
para além da gravidade revelada no coleccionismo de sacos de plástico, acresce o facto de andar em péssima companhia. olhe só espero que não tenha tido um ataque de reticências.

....................à solta disse...

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