12 outubro 2007

Hoje gostava de me sentir assim (de novo)

Es verdad

¡ Ay que trabajo me cuesta
quererte como te quiero!

Por tu amor me duele el aire,
el corazón
y el sombrero.

Quien me compraria a mí,
este cintillo que tengo
y esta tristeza de hilo
blanco, para hacer pañuelos?

¡ Ay que trabajo me cuesta
quererte como te quiero!

Federico García Lorca

4 comentários:

dizia ela baixinho disse...

ena! este poema foi postado nos primórdios do nosso blogue.

:)

foi dançar a bossa nova disse...

"Ay que trabajo me cuesta"... pois é!

poet-bomber disse...

Reflexos


Olho-te pelo reflexo
Do vidro
E o coração da noite

E o meu desejo de ti
São lágrimas por dentro,
Tão doídas e fundas
Que se não fosse:

o tempo de viver;
e a gente em social desencontrado;
e se tivesse a força;
e a janela ao meu lado
fosse alta e oportuna,

invadia de amor o teu reflexo
e em estilhaços de vidro
mergulhava em ti.

Ana Luísa Amaral

choco disse...

de verdad me cuesta amarte,me cuesta enamorarme de ti,de quererte...pero la vida es asi,todo parece una prueba de tu amor...siempre há sido y siempre será!!!hay que tener fuerza para amar y esa fuerza se va a buscar al amor!!!al final sigo enamorado de ti y te quiero..mucho....